''O AMOR é o ridículo da vida!
A gente procura nele uma pureza impossível...
Uma pureza que está sempre se pondo, indo embora...
A vida vem e me levou com ela...
Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga idéia de paraíso que nos persegue bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas, morrer não dói...''
CAZUZA
Esse trecho me deixa comovida, chocada!
A idéia de "se abandonar", de deixar acontecer... livre, pleno, sem obrigações de dar certou ou dar errado, ao natural, simplesmente viver, simplesmente sentir...
Não pensando em crenças coletivas, em julgamentos, em "se"...
Vivendo intensamente o agora... "como borboletas que só vivem 24h..."
É assim que desejo começar 2009!
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